Em celebração ao Dia de África, que hoje se assinala, esteve patente, no Jardim Cívico frontal ao edifício do Governo Provincial da Lunda-Sul, nesta segunda-feira, 25/05, a exposição de artes de pintura, dança folclórica e diferentes peças de fabrico artesanal, autenticidades da etnia cokwé, de origem e descendência bantu.
Estudantes, investigadores, jornalistas, curiosos e sociedade em geral manifestaram interesse de observar ao detalhe os artefactos expostos e, mais do que isso, questionar e compreender a mensagem e expressão nelas contida, sinónimo de reflexão e orgulho pela identidade e legados do passado, presente e futuro do continente-berço da humanidade.
Nessa perspectiva, Felisbela Sapato, a Directora do Gabinete Provincial da Cultura e Turismo, entidade promotora da iniciativa, falou da resiliência africana, na vertente do sector que dirige, tendo destacado, por outro lado, a cordialidade e conforto que cidadãos de outros países africanos desfrutam em Angola e, particularmente, na Lunda-Sul.
"Notamos que se sentem bem connosco. Participaram activamente na promoção dos valores da identidade do nosso continente, em distintos domínios, como do comércio, da culinária, da moda, através da indumentária, ou mesmo das acções de carácter social e outros afazeres", apontou.
O Dia de África foi instituído, em reconhecimento dos 32 Estados Africanos independentes que se reuniram em Addis Abeba, capital da Etiópia, precisamente, em 25 de Maio de 1963, para assinar a Carta da então Organização da Unidade Africana (OUA), hoje União Africana, declarando formalmente, a solidariedade e a libertação do continente.
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